{"id":658,"date":"2010-08-27T07:21:00","date_gmt":"2010-08-27T10:21:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.atini.org.br\/2010_08_01_archive-html5568001891581488968\/"},"modified":"2019-01-09T05:47:31","modified_gmt":"2019-01-09T08:47:31","slug":"jornalista-indigena-mostra-em-documentario-historias-de-sobreviventes-do-infanticidio-indigena","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.atini.org.br\/en\/jornalista-indigena-mostra-em-documentario-historias-de-sobreviventes-do-infanticidio-indigena\/","title":{"rendered":"Jornalista ind\u00edgena mostra em document\u00e1rio hist\u00f3rias de sobreviventes do infantic\u00eddio ind\u00edgena"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: left;\">\n<p>13\/08\/2010 09h52min | Susana Sarmiento Setor 3 &#8211; Senac &#8211; SP<\/p>\n<\/div>\n<p>\u201cEu fico triste, quando vejo crian\u00e7a embaixo da terra. Mas fico feliz, quando a vejo em p\u00e9 brincando\u201d, afirma Ayato Kuikuro, agente de sa\u00fade da Funda\u00e7\u00e3o Nacional de Sa\u00fade (Funasa), um dos entrevistados do document\u00e1rio <em><a href=\"https:\/\/www.atini.org.br\/quebrando-silencio\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>Quebrando o Sil\u00eancio<\/em><\/a><\/em>, lan\u00e7ado em mar\u00e7o deste ano, em que apresenta hist\u00f3rias de sobreviventes do infantic\u00eddio ind\u00edgena e de fam\u00edlias que sa\u00edram das aldeias para salvar a vida de seus filhos.<\/p>\n<p>O infantic\u00eddio ainda \u00e9 uma pr\u00e1tica existente em algumas aldeias ind\u00edgenas do Brasil. Em geral, as v\u00edtimas s\u00e3o g\u00eameos, deficientes ou nascidos de rela\u00e7\u00f5es inst\u00e1veis, de acordo com cren\u00e7a de cada comunidade. Sandra Terena, jornalista e documentarista respons\u00e1vel por essa obra, ressalta que o objetivo principal \u00e9 promover o debate sobre o tema entre os ind\u00edgenas, e n\u00e3o influenciar sua cultura.<\/p>\n<p>Em seu registro de nascimento fornecido pela Funda\u00e7\u00e3o Nacional do \u00cdndio (FUNAI), Sandra \u00e9 Alyet\u00e9, que significa pessoa meiga. Seu av\u00f4 \u00e9 um dos fundadores da aldeia Icatu, onde veio sua fam\u00edlia, da etnia terena, localizada no oeste paulista, pr\u00f3ximo a regi\u00e3o de Bauru e Ara\u00e7atuba. Seu pai foi para a Curitiba (PR), aos 18 anos, para servir ao quartel. L\u00e1 conheceu a m\u00e3e de Sandra. \u201cVivi uma vida dupla na inf\u00e2ncia. Ora na cidade, ora na aldeia\u201d, revela a jornalista.<\/p>\n<p>Desde os 11 anos Sandra acompanha seu pai em movimentos ind\u00edgenas. A jornalista participa de congressos, manifesta\u00e7\u00f5es, reivindica\u00e7\u00f5es, encontros e outras a\u00e7\u00f5es. Aos 18, com dificuldades de financiar uma faculdade, Sandra recebeu uma bolsa de estudos da FUNAI para cursar jornalismo em uma universidade privada. \u201cAgarrei essa oportunidade com todas as minhas for\u00e7as. Pegava dez \u00f4nibus por dia para ir e voltar da universidade. Passei por algumas dificuldades\u201d, lembra. Recentemente, fez ainda uma p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Cinema na Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica. Atualmente ela \u00e9 presidente da ONG Aldeia Brasil. Conhe\u00e7a o porqu\u00ea da escolha do tema, a trajet\u00f3ria da edi\u00e7\u00e3o e outras curiosidades sobre essa produ\u00e7\u00e3o na entrevista abaixo:<br \/>\n<strong><br \/>\nPortal Setor3- Por que abordar o tema infantic\u00eddio ind\u00edgena?<br \/>\n<\/strong><strong>ST &#8211;<\/strong> Quando eu era pequena, o meu pai contava que h\u00e1 muito tempo havia o infantic\u00eddio. Pensava que essa pr\u00e1tica era do passado. Soube que essa pr\u00e1tica ainda existia, mas j\u00e1 tinha muitas fam\u00edlias e, principalmente, m\u00e3es que n\u00e3o queriam mais isso e, mesmo assim, sofriam com a perda de seus filhos. Eu sou m\u00e3e, e, ao imaginar o sofrimento dessas pessoas, cheguei a conclus\u00e3o que eu deveria fazer alguma coisa, embora sem ter ideia de como poderia colaborar. O document\u00e1rio foi uma forma que encontrei de trazer o assunto \u00e0 tona nas comunidades para que o tema fosse debatido de forma aberta, com respeito e responsabilidade por quem sofre com essa pr\u00e1tica.<\/p>\n<p><strong>Portal Setor3- Essa pr\u00e1tica ainda \u00e9 muito comum? Em quais comunidades em especial?<\/strong><strong><br \/>\n<\/strong><strong>ST-<\/strong> Atualmente s\u00e3o, no m\u00ednimo, 20 povos que tem como h\u00e1bito a pr\u00e1tica do infantic\u00eddio. O filme mostra diversas comunidades na regi\u00e3o do Xingu, por exemplo, podemos citar os kuikuro, kamayur\u00e1, waur\u00e1. Estou citando aleatoriamente, o que n\u00e3o quer dizer que essas etnias a praticam em maior n\u00famero.<strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p><strong>Portal Setor3- Em sua avalia\u00e7\u00e3o, por que essa pr\u00e1tica acontece? H\u00e1 alguma comunidade espec\u00edfica que defende tal a\u00e7\u00e3o?<\/strong><strong><br \/>\n<\/strong><strong>ST-<\/strong> Sobre isso existem diversas teorias, como o fato de a perman\u00eancia de uma crian\u00e7a considerada \u201camaldi\u00e7oada\u201d trazer algum azar para a comunidade ind\u00edgena, como o acontecimento de uma cat\u00e1strofe natural, m\u00e1 sorte na colheita, ou na pesca, mas boa parte dessas teorias s\u00e3o conhecimentos que fazem parte da hist\u00f3ria oral. Em alguns povos, h\u00e1 300 anos n\u00e3o era poss\u00edvel um filho de m\u00e3e solteira sobreviver, pois n\u00e3o haveria a figura do ca\u00e7ador, por exemplo. Por isso essa pr\u00e1tica tinha um porqu\u00ea. Hoje, existem outras formas de sobreviver que v\u00e3o al\u00e9m da ca\u00e7a &#8211; uma atividade muito importante ao nosso povo. Dessa forma, muitas fam\u00edlias entendem que n\u00e3o \u00e9 mais preciso matar os seus filhos. N\u00e3o encontrei uma comunidade espec\u00edfica que defendesse essa pr\u00e1tica. N\u00e3o posso falar por todos. Somos mais de 230 povos espalhados pelo Brasil. Mas posso falar pelo meu povo e pelos povos que tive a oportunidade de conversar. Existe uma parcela da popula\u00e7\u00e3o, principalmente entre os mais velhos, que resiste ao di\u00e1logo. No entanto a grande maioria das lideran\u00e7as e mulheres est\u00e1 a favor da vida. O principal problema \u00e9 conseguir pol\u00edticas p\u00fablicas para isso. Um cadeirante dificilmente viveria hoje em uma aldeia no alto Xingu. Uma crian\u00e7a que precisa fazer hemodi\u00e1lise tr\u00eas vezes por semana sai muito caro aos cofres do governo. Ent\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil dizer: \u201cIsso \u00e9 da cultura, n\u00e3o vamos interferir\u201d. <strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p><strong>Portal Setor3- Como foi o processo de pesquisa desse tema? Quais foram as principais dificuldades? Como conseguiu conversar com 350 mulheres ind\u00edgenas? Como voc\u00ea fazia a procura, por etnia? Como balancear os depoimentos?<\/strong><strong><br \/>\n<\/strong><strong>ST-<\/strong> O document\u00e1rio, antes de ser realizado, teve um extenso trabalho de pesquisa documental, bibliogr\u00e1fica e de campo nas aldeias, onde a gente tinha informa\u00e7\u00e3o de que havia a pr\u00e1tica do infantic\u00eddio. Por algumas aldeias serem bem afastadas de grandes centros urbanos, foi feito todo um planejamento log\u00edstico e com estrutura. Em todo o trabalho nos utilizamos dos recursos da metodologia cient\u00edfica para executarmos o document\u00e1rio, isso nos permitiu analisar os riscos, e, ao mesmo tempo, nos deu mais confian\u00e7a para viabilizar o projeto mesmo com pouco recurso. O trabalho todo foi poss\u00edvel, porque tivemos volunt\u00e1rios que prontamente se disponibilizaram a colaborar, doando recursos financeiros, tempo, talento e o seu trabalho. Na minha opini\u00e3o, o document\u00e1rio \u00e9 resultado de todos os envolvidos acreditarem que esse trabalho poderia ser feito, e que daria certo e deu; e tem mostrado bons resultados.<br \/>\nAcredito que a principal dificuldade foi conseguir recursos para viabilizar o document\u00e1rio, pois a execu\u00e7\u00e3o do filme envolveu custos com os deslocamentos da equipe para as aldeias e para a casa das fam\u00edlias de ind\u00edgenas que moram na cidade. Tamb\u00e9m posso citar o cansa\u00e7o f\u00edsico, por conta da dist\u00e2ncia foi uma das dificuldades que enfrentamos. Para voc\u00ea ter uma id\u00e9ia para eu chegar no Xingu, sa\u00ed de Curitiba, fui para Bras\u00edlia e de l\u00e1 peguei um \u00f4nibus que iria at\u00e9 a cidade de Canarana, no Mato Grosso, essa viagem durou 15 horas, chegando l\u00e1 percorremos mais duas horas de caminhonete at\u00e9 atingir a beira do rio Xingu, onde entramos num barco e fizemos mais um percurso de 10 horas pelo rio. Em rela\u00e7\u00e3o ao ambiente n\u00e3o tive nenhuma surpresa, porque j\u00e1 estou acostumada a visitar v\u00e1rias aldeias ind\u00edgenas. Foi bastante gratificante entrevistar as mulheres, elas foram muito atenciosas, mas, por outro lado, foi uma tarefa bastante trabalhosa visto que falamos com bastante gente. Foi muito dif\u00edcil balancear os depoimentos, eles eram muito ricos, o que rendeu v\u00e1rias horas de fitas, mas procuramos alinhar o document\u00e1rio no sentido de mostrar que o infantic\u00eddio existe e os efeitos colaterais que essa pr\u00e1tica causa nas suas comunidades.<br \/>\n<strong><br \/>\n<\/strong><strong>Portal Setor3- Em alguns depoimentos, smostraram cr\u00edticas a ONGs, antrop\u00f3logos, etc. Alguns ind\u00edgenas afirmaram que esses profissionais n\u00e3o entendem a cultura ind\u00edgena. De que forma os pr\u00f3prios ind\u00edgenas podem ser protagonistas de suas mudan\u00e7as, de sua valoriza\u00e7\u00e3o cultural?<\/strong><\/p>\n<p><strong>ST- <\/strong>Para alcan\u00e7armos isso, acho que tudo passa pela educa\u00e7\u00e3o. Muitas pol\u00edticas p\u00fablicas que dizem respeito ao \u00edndio caminham sempre com morosidade, e isso atrapalha. \u00c9 preciso ter ensino de qualidade para as crian\u00e7as. Elas precisam aprender a l\u00edngua e a qualidade desse ensino precisa melhorar bastante. Tem casos de crian\u00e7as, posso dizer aqui pelo Paran\u00e1, que passam dois ou tr\u00eas anos no ensino fundamental e acabam reprovando, porque n\u00e3o conseguem acompanhar. H\u00e1 professores que fazem curso de capacita\u00e7\u00e3o para atuar nas escolas dentro das aldeias, mas esse trabalho precisa ser sempre avaliado para ver se o ensino est\u00e1 cumprindo com a necessidade. A partir do momento em que voc\u00ea conhece a sociedade e passa a entend\u00ea-la da mesma forma que ela, voc\u00ea consegue discutir de igual para igual.<\/p>\n<p><strong>Portal Setor3- Como se d\u00e1 o processo de exibi\u00e7\u00e3o desse document\u00e1rio nas pr\u00f3prias comunidades ind\u00edgenas? Como foi a escolha para exibir em 200 comunidades com ajuda da <\/strong><a href=\"http:\/\/www.atini.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Atini \u2013 Voz pela Vida<\/strong><\/a><strong>?<\/strong><strong><br \/>\n<\/strong><strong>ST-<\/strong> Fiz quest\u00e3o da primeira exibi\u00e7\u00e3o do filme ser realizado no Parque do Xingu, em um encontro de mulheres. Todos assistiram com muita aten\u00e7\u00e3o. As lideran\u00e7as me respeitaram muito. Houve grande apoio dos povos que l\u00e1 estavam. Houve ainda uma parcela de pessoas que se mostraram resistentes a quest\u00e3o. A ocasi\u00e3o foi bastante oportuna, porque tinha mulheres de mais de 10 povos, do baixo, m\u00e9dio e alto Xingu. Eu pude perceber que as mulheres falaram abertamente sobre o tema e elas esperam receber apoio que resulte em melhorias para se minimizar o sofrimento emocional e social em torno do infantic\u00eddio. Identifiquei que elas assistiram ao filme com aten\u00e7\u00e3o e n\u00e3o se sentiram lesadas ou ofendidas, at\u00e9 porque em todas as etapas do filme nos preocupamos muito com isso, de maneira alguma quer\u00edamos fazer algo que fosse provocativo, sensacionalista e que fizesse julgamento de valor com as comunidades documentadas. Tamb\u00e9m foi interessante ver que muitos ficaram felizes de se verem no v\u00eddeo e ao demonstrar preocupa\u00e7\u00e3o no sentido de se encontrar uma solu\u00e7\u00e3o para essa quest\u00e3o. Eu sei que o filme est\u00e1 rodando o Brasil, tanto nas aldeias, como em diversos setores da sociedade, eventos da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e em exibi\u00e7\u00f5es seguidas de debates nas universidades e emissoras de tev\u00ea. Para mim, isso \u00e9 bastante positivo, porque, se h\u00e1 mobiliza\u00e7\u00e3o, mostra interesse pela causa e propor solu\u00e7\u00f5es que visem em melhorias para quem vivencia essa quest\u00e3o que s\u00e3o os ind\u00edgenas que est\u00e3o nas aldeias e para as fam\u00edlias que hoje moram na cidade. O filme tem sido exibido em diversas aldeias de todo o Brasil e o objetivo \u00e9 gerar discuss\u00e3o sobre o tema.<\/p>\n<p><strong>Portal Setor3- Quais resultados foram significativos com realiza\u00e7\u00e3o desse document\u00e1rio?<\/strong><strong><br \/>\n<\/strong><strong>ST-<\/strong> O filme tamb\u00e9m foi lan\u00e7ado em Bras\u00edlia, no Memorial dos Povos Ind\u00edgenas no dia 31\/03. Por conta do lan\u00e7amento e da relev\u00e2ncia do tema, o filme tem tido uma divulga\u00e7\u00e3o na m\u00eddia, tanto no cen\u00e1rio nacional como local, inclusive repercuss\u00e3o na Fran\u00e7a. O filme est\u00e1 na internet, e no <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=V5F9HjSnsmw&amp;t=4s\">Youtube<\/a>. Outro ponto favor\u00e1vel \u00e9 que foi traduzido para o ingl\u00eas e isso vai aumentar a divulga\u00e7\u00e3o no exterior. Creio que essas ferramentas de alguma forma v\u00e3o ajudar a conseguir mais recursos para que possamos viabilizar a exibi\u00e7\u00e3o, seguida de debate nas aldeias de todo o Pa\u00eds. O filme tamb\u00e9m recebeu o Pr\u00eamio Jovem da Paz na categoria comunica\u00e7\u00e3o e Pr\u00eamio Voluntariado Transformador na categoria redu\u00e7\u00e3o da mortalidade infantil. Os pr\u00eamios foram gratas surpresas. Estamos t\u00e3o envolvidos com o trabalho que, \u00e0s vezes, n\u00e3o temos tempo para pensar nisso. N\u00f3s sab\u00edamos que havia um grande interesse p\u00fablico e relev\u00e2ncia social nesse projeto. Esse reconhecimento certamente \u00e9 muito importante. No entanto, esses pr\u00eamios n\u00e3o v\u00e3o valer nada, se n\u00e3o atingirmos o objetivo que \u00e9 exibir o filme pelas aldeias do Brasil, para que o nosso povo possa refletir sobre o infantic\u00eddio, para que pol\u00edticas p\u00fablicas sa\u00edam das nossas bases e das lideran\u00e7as tradicionais das aldeias.<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/3.bp.blogspot.com\/_uJkI65sCysk\/THdpJD0BE2I\/AAAAAAAABck\/_wG-tJo0pMU\/s1600\/logo-senac.jpg\"><img decoding=\"async\" id=\"BLOGGER_PHOTO_ID_5509988273474311010\" style=\"display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center; cursor: pointer; width: 133px; height: 70px;\" src=\"http:\/\/www.atini.org.br\/wp-content\/uploads\/2010\/08\/logo-senac.jpg\" alt=\"\" border=\"0\" \/><\/a><\/div>\n<table border=\"0\" cellspacing=\"0\" cellpadding=\"0\" bgcolor=\"#edece2\">\n<tbody>\n<tr>\n<td><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.setor3.com.br\/imagens\/setor3\/border-top-cont-exp.gif\" width=\"533\" height=\"6\" \/><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"font-weight: bold; font-size: 11px; color: #62741b; font-family: tahoma; text-align: center;\">Servi\u00e7o:<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"padding: 15px; font-size: 11px; font-family: tahoma;\"><strong>T\u00edtulo:<\/strong> Quebrando o Sil\u00eancio<br \/>\n<strong>Dire\u00e7\u00e3o:<\/strong> Sandra Terena.<br \/>\n<strong>Roteiro:<\/strong> Sandra Terena, Oswaldo Eust\u00e1quio, Andr\u00e9 Barbosa e Christina Barbosa.<br \/>\n<strong>Produ\u00e7\u00e3o:<\/strong> Andr\u00e9 Barbosa.<br \/>\n<strong>Narra\u00e7\u00e3o:<\/strong> Sandra Terena.<br \/>\n<strong>Dire\u00e7\u00e3o de fotografia:<\/strong> Andr\u00e9 Barbosa.<br \/>\n<strong>Edi\u00e7\u00e3o:<\/strong> Sandra Terena e Christina Barbosa.<br \/>\n<strong>Finaliza\u00e7\u00e3o:<\/strong> Andr\u00e9 Barbosa.<br \/>\n<strong>Imagens adicionais:<\/strong> Enock Freire.<br \/>\n<strong>Imagens da reuni\u00e3o Parque Xingu:<\/strong> Gustavo Domingos.<br \/>\n<strong>Pesquisa:<\/strong> Edson Suzuki.<br \/>\n<strong>Apoio documental:<\/strong> M\u00e1rcia Suzuki.<br \/>\n<strong>Som direto:<\/strong> Andr\u00e9 Barbosa e Kakatsa Kamayur\u00e1.<br \/>\n<strong>Tradutores:<\/strong> Cacique Aritana Yawalapiti (idioma \u201cYawalapiti\u201d), Francisca Irving (idioma \u201cJarawara\u201d), Kakatsa Kamayur\u00e1 e Karatsipa Kamayur\u00e1 (idioma \u201cKamayur\u00e1\u201d).<br \/>\n<strong>Trilha sonora original:<\/strong> Marcos Vicente<br \/>\n<strong>Site:<\/strong><a href=\"http:\/\/www.quebrandoosilencio.blog.br\/\">www.quebrandoosilencio.blog.br<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>13\/08\/2010 09h52min | Susana Sarmiento Setor 3 &#8211; Senac &#8211; SP \u201cEu fico triste, quando vejo crian\u00e7a embaixo da terra. 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