{"id":679,"date":"2009-05-08T13:50:00","date_gmt":"2009-05-08T16:50:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.atini.org.br\/2009_05_01_archive-html7207195416475925428\/"},"modified":"2019-01-08T10:40:44","modified_gmt":"2019-01-08T13:40:44","slug":"quem-sao-as-criancas-atendidas-pela-atini","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.atini.org.br\/en\/quem-sao-as-criancas-atendidas-pela-atini\/","title":{"rendered":"Quem s\u00e3o as crian\u00e7as atendidas pela ATINI?"},"content":{"rendered":"<p>A ATINI \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o social sem fins lucrativos, formada por ind\u00edgenas, antrop\u00f3logos, advogados, educadores, linguistas e religiosos, voltada para a defesa dos direitos das crian\u00e7as ind\u00edgenas.<\/p>\n<p>Diversos programas sociais s\u00e3o desenvolvidos pela ATINI e o apoio \u00e0s crian\u00e7as em situa\u00e7\u00e3o de risco \u00e9 apenas um deles. A ATINI recebe pedidos de ajuda de diversas etnias ind\u00edgenas &#8211; s\u00e3o fam\u00edlias que t\u00eam uma ou mais crian\u00e7as em situa\u00e7\u00e3o de risco e precisaram sair da aldeia por conta deste problema. Algumas destas fam\u00edlias residem em Bras\u00edlia em casas providenciadas pela organiza\u00e7\u00e3o. Existem tamb\u00e9m crian\u00e7as apadrinhadas pelo programa da ATINI que moram na CASAI (Casa de Sa\u00fade Ind\u00edgena da FUNASA) de Bras\u00edlia.<\/p>\n<p>Al\u00e9m destas crian\u00e7as que residem em Bras\u00edlia com seus familiares, a ATINI ap\u00f3ia tamb\u00e9m fam\u00edlias ind\u00edgenas em outras partes do Brasil, que por raz\u00f5es semelhantes, precisam residir temporariamente fora de sua comunidade de origem. A ATINI n\u00e3o trabalha com ado\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as ind\u00edgenas, nem recebe crian\u00e7as que n\u00e3o estejam na companhia de um parente ind\u00edgena adulto que seja respons\u00e1vel pela mesma. Acreditamos que a medida que ouvimos a voz dos povos ind\u00edgenas e ajudamos a empoderar estas fam\u00edlias, eles mesmos conseguem lutar pelos seus direitos e garantir uma vida com dignidade para suas crian\u00e7as.<\/p>\n<p>Nas casas da ATINI prioriza-se o respeito \u00e0s diversidade cultural e ao uso da l\u00edngua materna. O ambiente \u00e9 rico em manifesta\u00e7\u00f5es culturais e come-se diariamente a comida tradicional ind\u00edgena. A ATINI enfatiza que para a maioria das fam\u00edlias esse \u00e9 apenas um per\u00edodo de transi\u00e7\u00e3o, e que todos eventualmente poder\u00e3o voltar a viver em suas comunidades de origem.<\/p>\n<p>Conhe\u00e7a abaixo as crian\u00e7as atendidas pela ATINI e suas fam\u00edlias.<\/p>\n<p>A fam\u00edlia de Amal\u00e9<\/p>\n<p>Kamiru Kamaiur\u00e1 salvou a vida do menino Amal\u00e9, que havia sido enterrado vivo em sua aldeia no Mato Grosso. Amal\u00e9 sobreviveu, mas sofre de um tipo raro de anemia e \u00e9 dependente de transfus\u00f5es de sangue mensais. Kamiru procurou a ATINI no final de 2006, depois de viver por v\u00e1rios anos perambulando entre sua aldeia em mato Grosso, hospitais, e as casas de sa\u00fade ind\u00edgenas de Bras\u00edlia e de Canarana. Amal\u00e9 vivia sofrendo interna\u00e7\u00f5es constantes e estava muito debilitado. Kamiru queria um lugar onde pudesse residir com o Amal\u00e9 por um per\u00edodo mais prolongado para que ela pudesse se dedicar aos cuidados de sa\u00fade que ele precisava. Na casa de sa\u00fade ind\u00edgena ela n\u00e3o queria continuar porque n\u00e3o era um local adequado para eles morarem por tempo indefinido.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" id=\"BLOGGER_PHOTO_ID_5333463059716586146\" style=\"cursor: hand; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 248px;\" src=\"http:\/\/www.atini.org.br\/wp-content\/uploads\/2009\/05\/0000.jpg\" alt=\"\" border=\"0\" \/><br \/>\nKamiru foi recebida na Casa da ATINI em fevereiro de 2007 e a vida de Amal\u00e9 melhorou muito desde ent\u00e3o. Hoje ele ainda \u00e9 acompanhado pela equipe m\u00e9dica do Hospital de Apoio de Bras\u00edlia, onde faz transfus\u00e3o de sangue todo m\u00eas, mas nunca mais precisou ficar internado. Kamiru tem consci\u00eancia que a doen\u00e7a de Amal\u00e9 \u00e9 incur\u00e1vel e que ele provavelmente vai ter que viver na cidade pelo resto da vida. Amal\u00e9 \u00e9 um menino muito esperto, adora estudar e chora quando precisa faltar aula para ir ao hospital. A hist\u00f3ria de Amal\u00e9 foi contada na reportagem <a href=\"http:\/\/vozpelavida.blogspot.com\/2008_02_01_archive.html#5923000085060942151\">O garoto \u00edndio que foi enterrado vivo <\/a>da Revista Isto \u00e9.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" id=\"BLOGGER_PHOTO_ID_5333464909538051906\" style=\"cursor: hand; display: block; height: 221px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;\" src=\"http:\/\/www.atini.org.br\/wp-content\/uploads\/2009\/05\/MI_Kamilade-perto.jpg\" alt=\"\" border=\"0\" \/><br \/>\nKamiru cuida tamb\u00e9m de sua neta Kamila, que vive com ela em Bras\u00edlia devido a problemas familiares na sua comunidade. Kamila tem 4 anos, \u00e9 linda e inteligente, e sempre que pode visita a m\u00e3e na adeia.<\/p>\n<p>A fam\u00edlia de Iganani<\/p>\n<p>Muwaji Suruwah\u00e1 tem 31 anos de idade e vive fora de sua comunidade ind\u00edgena desde 2005, quando decidiu procurar ajuda m\u00e9dica na cidade para sua filha Iganani, que nasceu com paralisia cerebral. Muwaji teve que escolher entre sacrificar a filha ou deixar sua comunidade \u2013 e decidiu pela vida de Iganani.<\/p>\n<p>Como Muwaji \u00e9 vi\u00fava, ela n\u00e3o tinha como deixar na aldeia seu filho Ahuhari , na \u00e9poca com 9 anos de idade. Al\u00e9m disso, Muwaji \u00e9 respons\u00e1vel pela sua sobrinha Inikiru, que \u00e9 \u00f3rf\u00e3 de pai e m\u00e3e e n\u00e3o tinha ningu\u00e9m que cuidasse dela na aldeia. Inikiru \u00e9 sobrevivente de infantic\u00eddio e faz acompanhamento psicoterap\u00eautico para superar os traumas de sua hist\u00f3ria \u2013 tr\u00eas de seus irm\u00e3os foram v\u00edtimas de infantic\u00eddio e seus pais se suicidaram.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" id=\"BLOGGER_PHOTO_ID_5333485173937139394\" style=\"cursor: hand; display: block; height: 214px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;\" src=\"http:\/\/www.atini.org.br\/wp-content\/uploads\/2009\/05\/IMG_7621.jpg\" alt=\"\" border=\"0\" \/><br \/>\nMuwaji e sua fam\u00edlia vivem hoje em Bras\u00edlia, sob os cuidados da ATINI, com conhecimento da FUNAI e da FUNASA. Iganani faz acompanhamento m\u00e9dico no Hospital da Rede Sarah. Ahuhari e Inikiru estudam na Escola Classe da Granja do Torto, que tem um excelente programa de inclus\u00e3o social para crian\u00e7as ind\u00edgenas. Inikiru j\u00e1 est\u00e1 alfabetizada e Ahuhari foi indicado para participar de um programa especial para crian\u00e7as super-dotadas, pois ele desenha divinamente bem.<\/p>\n<p>Muwaji pretende retornar com sua fam\u00edlia para a aldeia assim que Iganani conseguir aprender a andar. Enquanto isso, eles visitam seus parentes no Amazonas uma vez por ano.<\/p>\n<p>Fam\u00edlia de Kanhu Raka<\/p>\n<p>Macau e seu sogro Kotok Kamaiur\u00e1 procuraram a ATINI em 2007 para pedir ajuda. A pequena Kanhu Raka, filha de Macau, estava muito doente. Ela estava muito fraca, tinha perdido a capacidade de andar e vivia isolada da comunidade, reclusa\u00a0dentro da maloca comunal. Eles pediram que a ATINI providenciasse uma casa em Bras\u00edlia para que Kanhu pudesse se tratar no Hospital Sarah.<\/p>\n<p>Em agosto Macau e sua esposa Juruka mudaram-se para Bras\u00edlia com suas outras crian\u00e7as. Kanhu Raka n\u00e3o pode se tratar no Sarah, como desejava seu pai, mas hoje ela \u00e9 paciente do Instituto Genoma, em S\u00e3o Paulo, que diagnosticou sua doen\u00e7a \u2013 distrofia muscular progressiva. Ela faz fisioterapia diariamente, toma medicamentos espec\u00edficos, faz uso de cadeira de rodas e \u00f3rteses, e viaja regularmente para S\u00e3o Paulo para acompanhamento no Genoma. A fam\u00edlia gosta muito dela e quer permanecer junto com ela o m\u00e1ximo poss\u00edvel, pois sabem que a doen\u00e7a de Kanhu n\u00e3o tem cura e \u00e9 progressiva.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" id=\"BLOGGER_PHOTO_ID_5333487553103969218\" style=\"cursor: hand; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 240px;\" src=\"http:\/\/www.atini.org.br\/wp-content\/uploads\/2009\/05\/SANY0226.jpg\" alt=\"\" border=\"0\" \/><br \/>\nAl\u00e9m da Kanhu, Macau e Juruka cuidam de suas outras duas filhas, Lila e Let\u00edcia, e do seu \u00fanico filho homem, Kotok. Lila tem muita habilidade para dan\u00e7a e por conta disso ganhou uma bolsa de estudos na escola particular, onde \u00e9 muito querida pelos professores e pelos coleguinhas.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" id=\"BLOGGER_PHOTO_ID_5333488287731345314\" style=\"cursor: hand; display: block; height: 214px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 320px;\" src=\"http:\/\/www.atini.org.br\/wp-content\/uploads\/2009\/05\/IMG_7499.jpg\" alt=\"\" border=\"0\" \/><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div>A fam\u00edlia de Mayut\u00e1<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div>Paltu e Carol Kamaiur\u00e1 s\u00e3o os pais do menino Mayut\u00e1, de 2 anos de idade. Mayut\u00e1 tinha um irm\u00e3o g\u00eameo que foi sacrificado logo ap\u00f3s o parto, na aldeia Kamaiur\u00e1. Com a ajuda do pai, Paltu intercedeu para que pelo menos um dos filhos fosse poupado, por isso Mayut\u00e1 sobreviveu. Quando Maiut\u00e1 tinha 6 meses de idade, Paltu decidiu se mudar para Bras\u00edlia para continuar seus estudos.<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div><img decoding=\"async\" id=\"BLOGGER_PHOTO_ID_5333492344155457026\" style=\"cursor: hand; display: block; height: 320px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 219px;\" src=\"http:\/\/www.atini.org.br\/wp-content\/uploads\/2009\/05\/mayuta.jpg\" alt=\"\" border=\"0\" \/><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div>Hoje Paltu faz mestrado em Lingu\u00edstica na UNB e mora em uma das casas da ATINI na Asa Norte. Paltu e Carol t\u00eam mais dois filhos \u2013 Tamanu\u00e1 e um beb\u00ea, que s\u00e3o tamb\u00e9m atendidos pelo programa de apadrinhamento da ATINI. O drama de Paltu j\u00e1 foi relatado na Folha de S\u00e3o Paulo, na mat\u00e9ria <a href=\"http:\/\/vozpelavida.blogspot.com\/2008_04_01_archive.html#400281001053337805\">Infantic\u00eddio p\u00f5e em cheque respeito \u00e0 tradi\u00e7ao ind\u00edgena<\/a> .<\/div>\n<p>Fam\u00edlia da Hakani<\/p>\n<div>Edson e M\u00e1rcia Suzuki s\u00e3o linguistas e atuaram por muitos anos como mission\u00e1rios da JOCUM, desenvolvendo projetos sociais entre os povos da amaz\u00f4nia. Viveram com os suruwah\u00e1 por muitos anos e desenvolveram profundos la\u00e7os de amizade com o povo. No ano 2000 Bibi Suruwah\u00e1 entregou a eles sua irm\u00e3zinha Hakani, em estado grave, profundamente desnutrida, e incapaz de andar e de falar. A menina j\u00e1 tinha 5 anos de idade, mas pesava apenas 7 quilos e media 69 cent\u00edmetros. Os pais de Hakani haviam se suicidado e a menina quase foi enterrada viva por conta de sua defici\u00eancia. Seu irm\u00e3ozinho Niawi, que apresentava os mesmos sintomas, havia sido enterrado vivo diante da comunidade.<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div>Edson e M\u00e1rcia Suzuki retiraram Hakani da \u00e1rea ind\u00edgena com autoriza\u00e7\u00e3o da FUNASA e levaram-na para Porto velho, onde iniciou seu tratamento m\u00e9dico. O diagn\u00f3stico foi hipotireoidismo, raquitismo e desnutri\u00e7\u00e3o. Com tratamento m\u00e9dico adequado, muito amor e cuidados, Hakani come\u00e7ou a reagir. Em pouco tempo aprendeu a andar e falar, mas iria precisar de tratamento m\u00e9dico pelo resto da vida. Suzuki e Marcia deram entrada no processo de ado\u00e7\u00e3o no Juizado da Inf\u00e2ncia em Porto Velho e conseguiram a ado\u00e7\u00e3o legal de Hakani, que passou a se chamar Ana Hakani dos Santos Suzuki.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><img decoding=\"async\" id=\"BLOGGER_PHOTO_ID_5333493103994732562\" style=\"cursor: hand; display: block; height: 211px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 317px;\" src=\"http:\/\/www.atini.org.br\/wp-content\/uploads\/2009\/05\/hakani-carinha.jpg\" alt=\"\" border=\"0\" \/><br \/>\nHoje a fam\u00edlia vive em Bras\u00edla \u2013 Hakani cursa a 4\u00aa s\u00e9rie no Col\u00e9gio Leonardo Da Vinci e seus pais coordenam os trabalhos da ATINI. A hist\u00f3ria de Hakani foi relatada na mat\u00e9ria<a href=\"https:\/\/www.atini.org.br\/2013_05_01_archive-html7326315324020065586\/\"> Crimes na floresta<\/a> da revista Veja, e na mat\u00e9ria <a href=\"https:\/\/www.atini.org.br\/a-segunda-vida-de-hakani\/\">A segunda vida de Hakani<\/a> do jornal Correio Braziliense.<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ATINI \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o social sem fins lucrativos, formada por ind\u00edgenas, antrop\u00f3logos, advogados, educadores, linguistas e religiosos, voltada para a defesa dos direitos das crian\u00e7as ind\u00edgenas. Diversos programas sociais s\u00e3o desenvolvidos pela ATINI e o apoio \u00e0s crian\u00e7as em situa\u00e7\u00e3o de risco \u00e9 apenas um deles. 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