{"id":756,"date":"2006-04-23T20:25:00","date_gmt":"2006-04-23T23:25:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.atini.org.br\/2006_04_01_archive-html114582401920783680\/"},"modified":"2019-01-07T16:27:59","modified_gmt":"2019-01-07T19:27:59","slug":"alimentos-para-amale-kamayura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.atini.org.br\/en\/alimentos-para-amale-kamayura\/","title":{"rendered":"Alimentos para Amal\u00e9 Kamayur\u00e1"},"content":{"rendered":"<p>Na semana passada conhecemos o pequeno Amal\u00e9. Indiozinho kamyur\u00e1 sorridente e peralta, que escapou do t\u00famulo e luta para sobreviver. Ele \u00e9 uma das muitas crian\u00e7as brasileiras que, rejeitadas em suas comunidades por alguma raz\u00e3o, s\u00e3o enterradas vivas em suas aldeias. Muitas morrem. Centenas delas. Mas algumas conseguem escapar. Esse foi o caso de Amal\u00e9, que por ser filho de uma adolescente solteira, n\u00e3o tinha seu direito \u00e0 vida garantido. Pouco tempo depois de ter sido enterrado vivo, foi desenterrado e salvo por uma corajosa mulher kamayur\u00e1, a Kamiru.Amal\u00e9 perdeu muito sangue pelo cord\u00e3o umbilical e sofre de um tipo raro de anemia. Ele precisa frequentemente vir \u00e0 cidade para receber transfus\u00f5es de sangue. Kamiru passa a maior parte do tempo lutando pela vida de seu filho adotivo, de hospital em hospital. Quando volta para sua aldeia, no Xingu, Amal\u00e9 fica muito debilitado por falta de alimenta\u00e7\u00e3o adequada. Acaba tendo que voltar correndo para a cidade em busca de ajuda m\u00e9dica.<\/p>\n<p>Recebemos uma doa\u00e7\u00e3o an\u00f4nima nessa semana e a ATINI comprou mantimentos para Amal\u00e9. Ele est\u00e1 levando leite, sustagem, soja e outros alimentos nutritivos que devem complementar sua dieta na aldeia. Devido \u00e0s viagens constantes, Kamiru fica impossibiltada de plantar seu ro\u00e7ado, e acaba passando fome tamb\u00e9m. Nossa cesta b\u00e1sica inclui alimentos para os dois.Kamiru voltou com ele para o Xingu na sexta-feira, onde deve permanecer por um m\u00eas, se Amal\u00e9 ficar bem. A ATINI est\u00e1 procurando ainda a melhor maneira de acompanhar o tratamento m\u00e9dico de Amal\u00e9 e de ajudar Kamiru em sua luta pela vida. Al\u00e9m disso, estamos planejando uma viagem a Canarana para investigar a situa\u00e7\u00e3o do infantic\u00eddio no Xingu. Temos not\u00edcias de que entre 25 e 30 crian\u00e7as morrem por ano no Xingu, v\u00edtimas de infantic\u00eddio. Queremos apoiar pessoas como Kamiru, que est\u00e3o desafiando tradi\u00e7\u00f5es culturais e salvando beb\u00eas que haviam sido destinados \u00e0 morte. Continuem em contato conosco e participe voc\u00ea tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Ajude-nos a espalhar a ATINI, essa voz pela vida, pelas aldeias mais distantes desse pa\u00eds.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na semana passada conhecemos o pequeno Amal\u00e9. Indiozinho kamyur\u00e1 sorridente e peralta, que escapou do t\u00famulo e luta para sobreviver. Ele \u00e9 uma das muitas crian\u00e7as brasileiras que, rejeitadas em suas comunidades por alguma raz\u00e3o, s\u00e3o enterradas vivas em suas aldeias. Muitas morrem. Centenas delas. Mas algumas conseguem escapar. Esse foi o caso de Amal\u00e9, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":983,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_et_pb_use_builder":"","_et_pb_old_content":"","_et_gb_content_width":"","footnotes":""},"categories":[107,105,60],"tags":[63],"class_list":["post-756","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-testimonies","category-our-children","category-news","tag-amale-en"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.atini.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/756","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.atini.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.atini.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.atini.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.atini.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=756"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/www.atini.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/756\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2527,"href":"https:\/\/www.atini.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/756\/revisions\/2527"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.atini.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/983"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.atini.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=756"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.atini.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=756"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.atini.org.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=756"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}