Mas sua luta pela vida ainda não acabou. Indiozinho da etnia Kamayurá, Gil vai fazer cinco anos dia 17 de março. Ele tem graves problemas no coração, hipertensão pulmonar e depende de oxigenioterapia ocasional. Além disso, também é portador da síndrome de down. Sua família procurou a Atini em busca de ajuda urgente. Após um longo e sofrido período de internação, Gil recebeu alta do hospital. Agora, ele precisa de um lugar para viver que não ofereça riscos de infecção comuns em ambientes hospitalares, onde seja possível dar continuidade aos cuidados necessários e lhe proporcionar melhor qualidade de vida. Mas os instrumentos hospitalares e os custos mensais com medicamentos são extremamente altos, e sua vida estaria em risco se ele voltasse para a aldeia. A família de Gil se recusa terminantemente a voltar para o Xingu.

O povo Kamayurá ainda não aceita crianças com necessidades especiais – cerca de 30 crianças são enterradas vivas no Xingu a cada ano.

Para ajudar Gil e sua família, e outras crianças indígenas em risco de em situação semelhante, entre em contato conosco. Escreva para contato@atini.org